Dormir. Dormir. Dormir. Dormir. Dormir. Dormir mais um pouco. E dormir de novo. Eu ainda não dormi. Não, a verdade não é uma coisa que deve ser encarada de frente. Afinal, isso é frase de agenda. E não, nada pode te ajudar mais em relação ao que deve ser verdade. Seus amigos, Sua família ou até mesmo o horóscopo. Os planetas não estão interessados nos dramas pessoais das pessoas da terra. Tenha certeza disso. E se os planetas não estão interessados, muito menos as pessoas, nas pessoas.
Tanto que, dependendo do teu grau de bom ânimo e paciência, você talvez precise recorrer ao dinheiro, e ao que ele pode comprar. Ele pode te dar alguém pra servir de ouvido pra o que você fala. E isso não torna as pessoas que os fazem, boas e gentis. Torna essas pessoas normais, em busca da única coisa que importa nos dias atuais, que é: dinheiro, reais, dólares, euros, níqueis, cédulas, moedas, mangos e mamom.
Na verdade, nada nem ninguém se importa com a sua e com a minha gravata de problemas e decepções. E isso não é motivo de drama, porque sempre foi assim. A 2000 anos atrás foi assim, e daqui a 2000 anos , será assim. Tudo da mesma maneira. Pessoas morrendo procurando solução, e dando suas vidas pra um resultado que não vai chegar.Portanto,conclua que isso não é o fim do mundo. Bom, pode ser o fim do mundo. Mas quem se importa?
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Vórtice de Perspectiva total
As vezes eu crio um humor sádico que satura meu bom senso e minha inteligência.
Um tipo de irritação catódica causada pela minha própia pessoa.
É como ingulir saliva, uma hora você vai sentir um enjôo instável.
Pessoas perplexas se irritam toda hora, com todo tipo de situação.
É como sentir vergonha alheia. Eu acato todo tipo de vergonha alheia.
Daqueles possíveis dramas pessoais dos outros, e você vai inventando maneiras de evitar esse tipo de gente, com essas manias que dão vergonha.
Uma pessoa que faz isso, não tem amigos, e no mínimo, suporta pouco a sua família.
Felizmente, ou infelizmente, eu sou uma delas.
Eu tenho mania de me isolar das coisas e das pessoas, por isso o fracasso na vida social. Eu não sirvo pra aglomerações, e eu vivo em aglomerações.
Eu tenho mania de me isolar das coisas e das pessoas, por isso o fracasso na vida social. Eu não sirvo pra aglomerações, e eu vivo em aglomerações.
É como se te colocassem no Vórtice de Perspectiva total.
Você é um pequeno ponto, mediante todas as possíveis e infinitas coisas, objetos e pessoas do universo.
Fatídicamente isso é algo irresoluto.
Fatídicamente isso é algo irresoluto.
Porque ninguém desce do seu salto.
Mesmo passando vergonha com sua maneira errada de enchergar as coisas.
Resta suportar, desligar os olhos, se isolar e parar de tentar criar humor sádico, porque afinal, isso não resolve os problemas da sociedade, e muito menos os meus.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
sobre nada
Um silêncio mórbido, e ninguém pra conversar. Sem carros na rua e sem luzes acesas nas casas. Não vejo claridade natural à um pouco mais de 10 dias. Nada que fuja das luzes do computador e da televisão. Odeio escrever em papel, mais comecei a rabiscar algumas frases, e as entitulei de " Coisas pra se saber que um dia possam vir a ser úteis ", uma delas foi sobre a composição de fenonarbital de sódio das injeções letais aplicadas em detentos condenados. São 3:16 da manhã do dia 5 de janeiro de 2011. Só pra registrar. Um outro tópico da lista de coisas pra se saber que um dia possam vir a ser úteis, é sobre Toalhas. Pois segundo O Guia do Mochileiro das Galáxias, o objeto mais útil de um mochileiro interestelar é a toalha. Porque ,você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla, ou então, pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmória de Santágrino V, respirando os inebriantes vapores marítimos, você pode dormir debaixo dela sobre as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon. Nunca se sabe.
Talvez um dia eu precise dessas informações.
Talvez um dia eu precise dessas informações.
As luzes ainda estão apagadas, os carros ainda não passam na rua. E por pelo menos mais 10 dias eu não terei com quem conversar, talvez até lá, minha lista de coisas já tenha sido completa.
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