Tudo está muito codificado. Como um Morse eterno.
Eu não prefiro nada.
Usem o bom senso e cheguem a essa conclusão vocês mesmos.
Ou não.
Se vocês quiserem esquecer o bom senso,continuem me imaginando com vontade de entendê-los.
A vida vai dando um nó nas situações, como um cadarço mal amarrado e espremido várias vezes.
Como os fones de ouvido que seu bolso embaraça. Você não sabe como.
Por mais que você vigie e ameace as situações, elas continuam sendo mais audaciosas.
Vejo nessa rua os suicidas do prédio, as criança leucemicas, os idosos tatuados e as luzes de Natal.
De novo. Se repetindo cinco, seis vezes.Meus olhos ardem.
Todos tem sua carga de desocupações e simplesmente não se importam.Talvez porque não devessem se importar.
Talvez porque sejam apenas adultos, crianças e velhos.
Talvez já tenham visto os olhos coloridos da morte. Talvez.
Todas essas coisas está na história dos outros, e não na minha.
E quer saber do mais, não se tem mais o que saber.