Eu espero, como se estivesse aguardando a morte.
As pessoas e as luzes, são coisas que vem e vão.
Eu olho as horas, e me pergunto, até quando as pessoas vão adornar os momentos com facetas.
Vejo um senhor de xadrez, na parte preferencial. Uma mulher grávida.
Um homem um tanto quanto cansado da vida. Uma criança briguenta.
Posteriormente, tudo nos leva a um único lugar de degradação.
Pague, Leve.
Nós somos todos consumidores.
Duma mesma porcaria digital.
Consumidores de Prestígio.
Você vive que nem bobo, pra depois morrer como besta.
Afinal, o inimigo do bom, é o melhor.
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