O jogo é esse. As peças que te oferecem são essas. Sem mais.
O ano não foi bom. Agora, conte-nos uma novidade. Afinal os anos nunca serão bons, e é claro que isso não é ruim, e não te faz pior. De novo.
Você não é o ano que você viveu. Você não é as poucas e idiotas coisas que você fez porque tem uma cara capitalista e burocrática.
O sonho é esse. O mundo é só essa carcaça engraçadinha.
A minha intenção é desagradar.
Você está indo pra algum lugar, vindo de algum lugar pra fazer qualquer coisa que possa evitar essa hipocrisia distante alguns km de você. Você que eu digo, sou eu, no caso.
O você que é "você" está, na verdade, transando com alguém e achando que ama esse alguém só porque o alguém faz beicinho e tem cara de puta. Nada contra a puta. As putas. Mas no seu caso, é só isso mesmo que você usa pra mascarar toda a pobreza da pessoa.
O fato é: O bispo anda em diagonal. A rainha corre pra onde ela quiser. O rei não faz nada, e o sonar da Torre é a reta.
O Check Mate. Minha letra é a vingança sorridente do mundo. No meio da história, sem propósito sem razão.
Sem sentimentalismo, só esporte.
O importante é competir. Ganhar é o tribal dessa gente bonitinha que faz beicinho, até que finalmente, ela perde.
Mas daí, já é outro ano, outra história, outro Game Over.
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